5 doenças causadas pelo alcoolismo que você precisa saber

O alcoolismo em si é uma doença que, por ser crônica, requer cuidados e tratamento para a vida toda. Porém, o alcoolismo pode provocar outras doenças. De acordo com a literatura médica, são cerca de 350 patologias físicas e psíquicas relacionadas ao abuso de álcool. Conheça as 5 doenças mais comuns em pessoas que sofrem de alcoolismo:

1) Cirrose hepática

A cirrose é uma doença crônica que é caracterizada por tecido grosso (fibrose) e nódulos, fazendo com que as funções do órgão sejam prejudicadas, como não produzir bile (um agente emulsificador de gorduras), nem auxiliar na metabolização de toxinas, como álcool, alguns medicamentos, etc.

2) Câncer de fígado

Terceira causa de morte por câncer em todo o mundo, o câncer de fígado está frequentemente associado à cirrose hepática. Como o câncer de fígado surge sem sintomas aparentes, quem tem cirrose deve obrigatoriamente ter um acompanhamento médico preventivo para que, se descoberto, o tumor possa ser tratado com mais eficácia.
Uma das principais formas de prevenção a este tipo de câncer é evitar o consumo de bebidas alcoólicas.

3) Pancreatite aguda

Maior parte dos casos de pancreatite aguda é em pacientes com histórico de alcoolismo.
O álcool tem um efeito muito negativo no pâncreas, o que faz provocar inflamação da glândula pancreática, causando dores abdominais, náuseas, vômitos, febre e distensão abdominal.

4) Problemas cardiovasculares

Embora algumas pesquisas indiquem que o consumo moderado, como uma taça de vinho por dia, possa acarretar benefícios ao coração, sabe-se, por diversos estudos, que o excesso de álcool faz o contrário. Alcoolistas são mais propensos a sofrerem de arritmias cardíacas, insuficiência cardíaca e comprometimento do ventrículo esquerdo
do coração.

5) Problemas sexuais

O álcool em excesso pode interferir negativamente na vida sexual, tanto de homens quanto de mulheres. É comum a infertilidade, redução no desempenho e desejo sexual, impotência, problemas na ovulação e na qualidade dos espermatozoides, diminuição ou ausência da menstruação e comportamento sexual de risco – o que favorece a
contaminação por Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST’s).

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